O luto pela vida de antes
Sentir falta de como as coisas eram e precisar reaprender a viver com novas limitações e cuidados.
Psicoterapia online · Adaptação a um novo diagnóstico
Uma doença autoimune, um câncer, uma condição crônica como a doença celíaca: a notícia muda a rotina, os planos e as relações. A terapia é um espaço para atravessar essa mudança sem se perder de si, seja o diagnóstico seu ou de alguém da sua família.
Entrevista no podcast: O que é autoconhecimento?O que muda além do corpo
Cada condição tem as suas exigências, mas algumas experiências se repetem em quase todas: o susto, o luto pela vida de antes, a reorganização da rotina e o impacto nas relações.
Sentir falta de como as coisas eram e precisar reaprender a viver com novas limitações e cuidados.
Exames, tratamentos e a atenção constante ao próprio corpo cansam e assustam.
Comer fora, viajar, ir a festas: situações simples passam a exigir planejamento e explicações.
Ouvir comentários que minimizam, ou sentir que precisa se justificar o tempo todo.
Querer ajudar sem saber como, e lidar com as próprias emoções enquanto cuida do outro.
Sentimentos que aparecem, nem sempre fazem sentido e raramente encontram espaço para ser ditos.
Como a terapia ajuda
Não escolhemos o diagnóstico, mas podemos escolher como vamos vivê-lo. A logoterapia de Viktor Frankl trabalha justamente essa liberdade: a de encontrar sentido e uma vida plena mesmo diante do que não pode ser mudado.
A psicoterapia não substitui o acompanhamento médico e nutricional. Ela cuida da parte emocional dessa travessia, para quem recebeu o diagnóstico e para quem convive com ele.
Esse tema é próximo da minha vida. Minha esposa é celíaca, e convivo de perto com o que esse diagnóstico exige: a atenção constante à comida, as explicações que se repetem, os encontros que precisam ser repensados.Lauro Arns
Dar nome ao que se perdeu é o que permite seguir em frente sem amargura.
Encontrar formas de se colocar, pedir o que precisa e voltar a estar com as pessoas.
Familiares também precisam de espaço para o medo, o cansaço e as próprias dúvidas.
Na mídia

Quem vai te acompanhar
Minha trajetória é marcada pela busca por compreender o ser humano em sua totalidade. Minha primeira formação foi em Direito, experiência que despertou meu interesse pelas histórias e complexidades que atravessam a vida humana. Depois me formei em Ayurveda, o que ampliou meu olhar sobre a relação entre corpo, mente e espírito.
Foi na Psicologia que encontrei o caminho para integrar essas experiências em um propósito comum: acompanhar pessoas em sua jornada de autoconhecimento, consciência e construção de uma vida com mais significado.
Minha história familiar também foi marcada pelos exemplos de Zilda Arns e Dom Paulo Evaristo Arns, referências de cuidado, dignidade e serviço ao próximo, que fortaleceram em mim a compreensão do valor único de cada existência. Mais do que uma profissão, vejo esse trabalho como um chamado.
Como começar a psicoterapia
Envie uma mensagem dizendo que tem interesse. A partir dela, combinamos uma conversa inicial.
Um encontro de cerca de 20 minutos, sem custo, para você falar sobre o que está vivendo, tirar dúvidas e conhecer minha forma de trabalho.
Avaliamos se a psicoterapia comigo é o caminho adequado para o que você precisa agora.
Se decidirmos seguir, definimos um horário semanal fixo e começamos.
Perguntas frequentes
Não. A psicoterapia cuida da parte emocional e caminha junto com o acompanhamento médico e nutricional.
Sim. Familiares também vivem medo, cansaço e dúvidas, e precisam de um espaço para cuidar de si enquanto cuidam de quem amam.
As sessões acontecem por videochamada, uma vez por semana, com duração de 50 minutos. Você só precisa de um lugar reservado e de uma boa conexão de internet.
É um encontro de cerca de 20 minutos, sem custo, para você contar o que está vivendo, tirar dúvidas e decidirmos juntos se a terapia comigo faz sentido para você.
Uma conversa inicial de 20 minutos, sem custo, para falar sobre o que mudou na sua vida ou na vida de quem você ama.
Agendar conversa de acolhimentoReflexões sobre sentido, autoconhecimento e a vida interior, no Instagram e no YouTube.